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quarta-feira, 16 de março de 2011

“Ô Cabelo, me passa o relatório”

Assim é comumente a relação de pessoas góticas ou, às vezes, pessoas não-góticas, mas que escolhem uma forma de expressas diretamente ligata aos góticos.

Nem sempre alguém que veste preto, botas e cabelo comprido é gótico, mas geralmente é simpatizante da cultura.

Já tive cabelo comprido e uma maior expressividade, sendo diariamente chamado de gótico, metaleiro, cabeludo. E isso foi bom sempre me diferenciou e enfatizou minha personalidade dentre os colegas de trabalho. Interessante até alguns companheiros surpreendem que apesar do visual “mauzão”, somos pessoas normais e entendem que nosso estilo ou moda como alguns chamam é simplesmente porque somos diferentes.

Alguns muito inteligentes, às vezes sendo representados como nerds isolados e solitários em séries de TV’s. Outros não aceitam novidades e evitam sorrir em público, os Thru headbangers, alguns simplesmente gostam de ser diferentes, do barulho das bandas, de ser “temido” quando anda em público e ser chamado de “cabelo” ou “metaleiro”. A cultura gótica é para alguns como um partido de esquerda, mostrar fatos não observados, quem conhece a história sabe de suas origens. A mídia às vezes explora o visual como rebeldia, mas é apenas uma forma de vida.

*Robson Silva*Design Gráfico | WebDesign | Bacharelando em Sistemas de Informação
WitCreative Comunicação(62) 8192-2241

Texto redigido a partir da leitura do artigo "O Gótico é um Anfíbio", por Kelly Cristina Nogueira, publicado na Revista Língua, Ano II – Número 14 – ano 2006.

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